Pintor, desenhista, pensador, escritor, apaixonado pela ciência, catalisador das correntes de vanguarda, ilustrador, designer, cineasta e cenógrafo. Salvador Dalí (1904-1989), inacreditavelmente, reuniu em uma só vida todos esses predicados. E não foi só isso: deixou uma obra singular, para lá de genial, que pode ser vista a partir de hoje no Instituto Tomie Ohtake (Rua Coropés, 88) até dia 15 de janeiro. A curadoria é de Montse Aguer, diretora do Centro de Estudos Dalinianos da Fundação Gala-Dalí. Trata-se de uma retrospectiva de seu trabalho a partir da década de 1920 até a última, que ajuda a contar sua história, influências e versatilidade. A curadora do núcleo de pesquisas do Tomie Ohtake, Priscyla Gomes, conta que foram cinco anos de pesquisas e negociação com os detentores das obras de Dalí – a Fundação Gala-Salvador Dalí, em Figueres, Espanha; o Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri, capital espanhola; e o Museu Salvador Dalí, na Flórida, Estados Uni...
Mergulhe em uma jornada inédita pelos segredos da história. Conhecer o passado é a nossa maior ferramenta para construir um futuro consciente.