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Hitler bombardeou cidades alemãs. Porque ele tentou isso?

A perseguição que Adolf Hitler montou a polacos, soviéticos e aos judeus de um modo geral já é bem conhecida. O que não sabíamos é que o líder dos nazis atacou os próprios alemães, ao bombardear cidades do seu próprio país com V-2 para fazer “treinos de tiro” em 1944. Esta é uma revelação que adensa o negrume da história de Hitler. Os relatos destes episódios foram expostos pela Schutzstaffel (SS), a organização militar fiel ao regime nazi. Nos documentos da SS pode ler-se o modo como Hitler ordenou o lançamento de bombas em algumas cidades e povoações germânicas para testar a eficiência dos mísseis balísticos V-2. O exercício foi de tal modo secreto que, na altura, só era conhecido pela Kommandostelle S, uma unidade de que pouco se sabe hoje em dia. Hitler imputou os crimes aos Aliados, na reta final da II Guerra Mundial. Os nazis tentaram queimar os documentos que contavam a verdadeira versão da história, mas foram impedidos po...

Monumento em homenagem à conferência de Yalta, de 1945, é inaugurado

Um monumento reproduzindo a célebre fotografia da reunião em Yalta, em 1945, entre Stalin, Churchill e Roosevelt foi inaugurado nesta quinta-feira para comemorar o 70º. aniversário desta conferência que definiu o futuro da Europa. Com a música do hino russo, o monumento de bronze, que pesa dez toneladas e tem mais de 3 metros de altura, foi inaugurado perto do palácio de Livadia, em Yalta, onde entre 4 e 11 de fevereiro de 1945 a conferência reunião os futuros vencedores da II Guerra Mundial. Na conferência, o dirigente soviético Josef Stalin, o presidente americano Franklin Roosevelt e o primeiro-ministro britânico Winston Churchill definiram o futuro da Europa e suas zonas de influência nos próximos 50 anos. O monumento foi denunciado pelos tártaros da Crimeia, pois para eles, para os ucranianos e outros povos, Stalin encarna um regime terrorista que eliminou milhões de pessoas. O monumento, criado há dez anos pelo escultor russo Zurab Tsereteli, ia a ser instalado em 2005...

Arqueólogos encontram bunker onde Hitler desenvolvia bomba atômica

Um grupo de arqueólogos liderado pelo documentarista Andreas Sulzer realizou uma descoberta extraordinária, que ajudará a reconstruir a história mais obscura do século XX. Trata-se de um bunker nazista conectado ao campo de concentração de Mauthausen-Gusen. Nele, engenheiros sob o comando de Hitler desenvolviam – segundo deduzem os pesquisadores, por causa do alto nível de radiação na zona – diversas armas nucleares, entre elas uma bomba atômica. A detecção dos níveis de radiação, próximo à cidade austríaca de St. Georgen an der Gusen, foi a chave para que equipe chegasse à descoberta. Eles conseguiram acessar um labirinto de túneis subterrâneos, onde encontraram capacetes e objetos pertencentes às tropas nazistas, e que levava ao bunker nazista. “É, provavelmente, o maior local de produção de armas secretas do Terceiro Reich, pois tem uma superfície de 30 hectares”, disse Sulzer. Fonte: The History

Chapéu de Bonaparte é vendido por quase dois milhões de euros

Um chapéu de feltro preto do imperador francês Napoleão Bonaparte foi vendido este sábado por quase dois milhões de euros , segundo conta a rádio RTL. O nome do comprador não foi revelado, mas é sabido que procede da Coreia do Sul. O colecionista pagou pela relíquia 1.884.000 euros. O custo estimado do chapéu oscilava entre 300 e 400 mil euros, mas alguns especialistas não descartavam que poderia ser comprado mesmo por dois milhões de euros. Foto: AP/Remy de la Mauviniere Leia mais:  http://portuguese.ruvr.ru/2014_11_16/Chap-u-de-Bonaparte-vendido-em-Fran-a-por-quase-dois-milh-es-de-euros-6296/ É sabido que este é um dos quase 120 chapéus que Napoleão usou durante as batalhas. O chapéu não corresponde ao uniforme de nenhum ramo do Exército Francês de então. Ao total, há 19 chapéus do imperador que sobreviveram até os nossos dias. Alguns deles estão em coleções particulares, outros em museus. Chapéu de Napoleão Bonaparte  (AFP) Fonte: Radio Voz da Rus...

Aquarela pintada por Hitler é leiloada por R$ 400 mil na Alemanha

Quadro de 24 x 28 cm foi pintado antes de alemão se tornar ditador. Comércio de pintura de Hitler só é liberado se não tiver símbolos nazistas. Aquarela pintada por Hitler foi vendida por 130 mil euros em leilão. A imagem mostra a antiga prefeitura de Munique, na Alemanha (Foto: AP Foto/Michael Probst) Uma aquarela pintada por  Adolf Hitler   foi leiloada neste sábado (22) em Nuremberg, na Alemanha, por 130 mil euros (cerca de R$ 400 mil), informou a casa de leilões Weidler. O quadro, de 24 por 28 centímetros, foi adquirido por um comprador anônimo do Oriente Médio. O comprador da época era o avô de duas irmãs que hoje têm cerca de 70 anos e que entregaram a aquarela à casa de leilões. O alto preço surpreendeu a casa de leilões. Um dos fatores que valorizou o produto é o fato de que está conservada a nota de venda original de 1916, quando o quadro foi comprado em uma galeria de Munique. O comércio de pinturas de Hitler só está proibido na Alemanha nos casos em q...

Participação do Brasil na 1ª Guerra trouxe ganhos modestos e baque econômico

A Primeira Guerra Mundial, cujo armistício é comemorado nesta terça-feira, teve um impacto significativo no Brasil - apesar de uma participação simbólica do país no conflito, marcada por uma tragédia e uma "batalha cômica". Participação militar brasileira na Primeira Guerra Mundial foi discreta, mas conflito deu início a mudanças substanciais na realidade do país   Para o historiador Francisco Luiz Vinhosa, um dos efeitos foi expor as fragilidades da economia brasileira, na época extremamente dependente das exportações de café. "O principal legado da Primeira Guerra Mundial para o Brasil foi revelar nosso atraso político e econômico. O país perdeu oportunidades de usar o conflito, a começar pela decisão de escolha de lado. A Alemanha, por exemplo, ofereceria ao Brasil uma chance de escapar do imperialismo da Grã-Bretanha", afirma Vinhosa, autor de  O Brasil e a Primeira Guerra Mundial , um dos mais completos estudos sobre o tema, lançado em 1990. Neutro du...

Treze anos após ataque, empresas retornam ao World Trade Center

Mais de 13 anos depois que as torres gêmeas originais foram derrubadas no ataque terrorista de 11 de setembro, o World Trade Center está de volta ao mundo dos negócios. O novo edifício construído em Manhattan a poucos metros de onde fica o memorial e o museu erguidos no lugar das torres foi inaugurado nesta segunda-feira. Com 541 metros de altura e 104 andares, o One World Trade Center, como é chamado agora, levou oito anos para ser construído e custou um total de US$ 3,9 bilhões (R$ 9,75 bilhões). Na reinauguração, cerca de 175 funcionários da editora Conde Nast (das revistas  New Yorker  e  Vanity Fair ) foram os primeiros a ocupar os andares do prédio, que, segundo os responsáveis pela obra, pode ser considerado "o mais seguro dos Estados Unidos". O concreto utilizado no edifício é sete vezes mais resistente que o concreto normal e o design do prédio foi feito para que, mesmo que haja uma colisão com um avião, as pessoas no topo possam deixar a torre com segura...

Submarino alemão da Segunda Guerra Mundial encontrado a 48 km dos EUA

Um submarino alemão e um navio comercial americano da época da Segunda Guerra Mundial foram encontrados perto da costa do estado norte-americano da Carolina do Norte, informa o site The Local. Investigadores da Direção Nacional de Estudos Oceanográficos e Atmosféricos dos EUA conseguiram encontrar os dois navios a 48 km da costa da Carolina do Norte. Os barcos encontravam-se a uma distância de 240 metros um do outro. "Entre a maioria das pessoas, a luta pelo Atlantico é associada ao frio, água com gelo no Atlântico Norte, mas poucos têm consciência de quão perto esteve a guerra das costas americanas", declarou David Alberg, representante da organização. O choque dos navios ocorreu a 15 de julho de 1942, quando um comboio de navios mercantes, acompanhados da cidade de Norfolk, (estado da Virgínia) até ao estado da Flórida, foram atacados pelo submarino alemão U-576. Fonte: Voz da Russia

Salvador Dalí ganha exposição em São Paulo

Pintor, desenhista, pensador, escritor, apaixonado pela ciência, catalisador das correntes de vanguarda, ilustrador, designer, cineasta e cenógrafo. Salvador Dalí (1904-1989), inacreditavelmente, reuniu em uma só vida todos esses predicados. E não foi só isso: deixou uma obra singular, para lá de genial, que pode ser vista a partir de hoje no Instituto Tomie Ohtake (Rua Coropés, 88) até dia 15 de janeiro. A curadoria é de Montse Aguer, diretora do Centro de Estudos Dalinianos da Fundação Gala-Dalí. Trata-se de uma retrospectiva de seu trabalho a partir da década de 1920 até a última, que ajuda a contar sua história, influências e versatilidade. A curadora do núcleo de pesquisas do Tomie Ohtake, Priscyla Gomes, conta que foram cinco anos de pesquisas e negociação com os detentores das obras de Dalí – a Fundação Gala-Salvador Dalí, em Figueres, Espanha; o Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri, capital espanhola; e o Museu Salvador Dalí, na Flórida, Estados Uni...

Arqueólogo descobre sepultura de 'vampiro' da Idade Média

A descoberta foi feita pelo professor Nikolai Ovcharov, conhecido como o "Indiana Jones da Bulgária", que tem dedicado sua vida a desenterrar mistérios de civilizações antigas. O arqueólogo descobriu os esqueletos enquanto escavava as ruínas de Perperikon, uma cidade da Trácia antiga, localizada no sul da Bulgária e perto da fronteira com a Grécia. O indício de que um dos corpos encontrados se tratava  de um suposto “vampiro” é que ele estava com um pedaço de ferro cravado no peito. A perna esquerda abaixo do joelho também tinha sido removida e deixada ao lado do esqueleto. A ossada data do século XIII, época em que se acreditava que um vampiro só podia ser morto com uma punhalada no coração. Nikolai Ovcharov mostra parte das ossadas do suposto 'vampiro' na Bulgária A descoberta é a terceira na Bulgária e tem uma forte semelhança com duas sepulturas anteriores encontradas em 2012 e 2013 na cidade litorânea búlgara de Sozopol, a 200 quilômetros a leste de Per...

DNA revela identidade de Jack, o estripador, garante novo livro

Segundo empresário, assassino era imigrante polonês de 23 anos. Análise foi feita em xale ensanguentado de uma das vítimas. Jack, o estripador, um assassino em série que aterrorizou Londres nos anos 1880, foi finalmente identificado a partir de material genético presente em um xale ensanguentado de uma de suas vítimas, de acordo com um novo livro. O autor Russell Edwards identifica o imigrante polonês Adam Kosminski, de 23 anos, como o célebre serial-killer, acusado dos violentos assassinatos de pelo menos cinco mulheres em 1888. Em seu livro "Naming Jack the Ripper", que será lançado na terça-feira (9), um empresário do norte de Londres liga Kosminski aos crimes através do DNA encontrado em um xale apreendido por um policial na cena do crime do quarto assassinato cometido por Jack, o de Catherine Eddowes. O xale, que nunca foi lavado e foi mantido em segurança por descendentes do policial, foi comprado por Edwards em um leilão em 2007. Com a ajuda de especiali...