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Descoberta no Irã uma antiga cidade habitada por pessoas minúsculas

Um grupo de arqueólogos descobriu, nas imediações da cidade de Makhunik, no Irã, uma antiga cidade que teria sido habitada por pessoas de estatura minúscula, semelhantes aos liliputianos do famoso romance de Jonathan Swift, “As Viagens de Gulliver”. Os pesquisadores acreditam que as ruínas pertencem à civilização Aratta, que se desenvolveu na região 6 mil anos antes de Cristo e que se caracterizava pela notável baixa estatura dos seus membros.  Os arqueólogos responsáveis pela descoberta explicam que os restos dessas pequenas estruturas mostram que a antiga aldeia abrigava anões. Em 2005, nessa mesma região, havia sido descoberto um pequeno esqueleto mumificado, de apenas 25 centímetros de altura, que teria pertencido a uma pessoa de 16 a 17 anos de idade. No romance de Swift, Gulliver chega pelo mar a Liliput, uma aldeia habitada inteiramente por seres pequenos, do tamanho do seu dedo mindinho. Fonte:  Cronica

A triste história de Isaac W. Sprague, o “esqueleto vivo”

Isaac W. Sprague nasceu em Massachusetts, nos Estados Unidos, em 1841. Filho de um sapateiro e uma dona de casa, ele foi um bebê saudável e se desenvolveu normalmente até os 12 anos, quando começou a apresentar os primeiros sintomas de sua estranha condição. Ao entrar na puberdade, Isaac começou a perder peso e massa muscular rapidamente. Apesar de sua família ter consultado inúmeros especialistas, ninguém foi capaz de encontrar uma cura para a sua doença. O jovem passou a comer em grandes quantidades, mas, ainda assim, continuava a emagrecer. Uma vez que sua fraqueza não lhe permitia executar trabalhos pesados, em 1865, Isaac entrou para um famoso show de aberrações, onde era apresentado como “o incrível esqueleto humano vivo”. Como encerramento do show, o homem se casava com “a mulher mais gorda do mundo”.  Uma medida feita aos seus 44 anos detalha que Isaac possuía 1,68 metro de altura e pesava somente 19 quilos. Atualmente, acredita-se que o homem pode ter sofrido de ...

Estudos revelam o verdadeiro rosto de Cleópatra

A maior rainha do Egito Antigo tinha uma beleza bem diferente da mostrada na foto abaixo! A lenda da beleza de Cleópatra (69 a.C. - 30 a.C.), a última rainha do Antigo Egito, atravessou os séculos e inspirou inúmeras obras de arte. Seu encanto cativou Júlio César e Marco Aurélio, dois líderes romanos poderosos da época. Porém, uma pesquisa recente aponta que sua beleza era bem diferente da retratada no mundo ocidental,  onde aparece sempre branca e com traços europeus (um bom exemplo é a foto principal que usamos nesta matéria). Seu poder de sedução estava fortemente relacionado à sua inteligência e capacidade de articulação. A egiptóloga Sally-Ann Ashton, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, reconstruiu as verdadeiras feições da faraó mais famosa do Império Antigo. Para isso, baseou-se nas gravuras de moedas antigas e em esculturas e reproduções de decorações de diversos templos de Dendera, uma cidade a oeste do rio Nilo. De acordo com suas conclusões, Cleópatra...

Fenômeno raro faz reaparecer ave extinta há mais de 130 mil anos

Ao norte de Madagascar, na África, encontra-se o Atol de Aldabra, um recife de corais com uma das histórias mais espantosas já conhecidas. Ali, reapareceu uma ave que havia sido extinta há 136 mil anos, quando o local foi inundado. Mas como essa volta aconteceu?  O que explica esse fenômeno é um raro processo natural chamado de evolução iterativa. Há milhares de anos, essa ave, com o nome científico de  Dryolimnas cuvieri , voou de Madagascar até Aldabra, onde viveu por muito tempo.  A espécie evoluiu de tal maneira que perdeu a capacidade de voar, pois a pequena ilha onde vivia não tinha predadores naturais, criando uma subespécie, chamada   Dryolimnas cuvieri aldabranus . Assim, quando o atol foi inundado pelo Oceano Índico, todos os espécimes desapareceram.   Porém, cem mil anos depois, o atol ressurgiu após uma era glacial baixar o nível do mar. Então, a espécie original de Madagascar voou de volta para povoá-lo. E, como havia acontecido ante...

Descobertas ruínas do que seria a igreja mais antiga do Egito

A equipe de arqueólogos liderada pelo Dr. Krzysztof Babraj, do Museu de Arqueologia de Cracóvia, encontrou o que pode ser as ruínas da igreja cristã mais antiga do Egito. A descoberta foi feita durante trabalhos de escavação em uma antiga basílica cristã e o grupo acredita que este material possa guiá-los a entenderem como foi a disseminação do cristianismo através do Egito e circundante do Mediterrâneo. As ruínas encontradas estão próximas ao porto de Tide, em Marea, uma área portuária que servia a cidade de Alexandria até que os árabes conquistaram aquela região e porto foi abandonado depois de um terremoto. “No final da última temporada de pesquisas, encontramos sob o piso da basílica os restos de uma parede, que se revelaram ser as paredes externas de uma igreja ainda mais antiga. Este é um dos mais antigos templos cristãos descobertos no Egito até agora”,   revelou   o Dr. Krzysztof. A igreja que está debaixo da basílica foi construída com paredes em forma de...

O inexplicável Templo de Kailasa: uma construção esculpida em uma só rocha

A Índia é uma terra de mistérios. Um de seus grandes enigmas é o Templo de Kailasa, localizado na cidade de Ellora, na província de Maharashtra. O templo possui imponentes 30 metros de altura, 33 de largura e 53 de profundidade. No entanto, o que mais impressiona é que ele foi construído em uma só rocha. Estima-se que o Templo de Kailasa, dedicado ao deus Shiva, foi construído no ano 300 a.C., e que para construí-lo foram removidas mais de 3 mil toneladas de rocha.   De acordo com uma lenda , um rei hindu ordenou que o templo fosse construído depois que ele orou a Shiva para salvar sua esposa da doença. Segundo historiadores indianos, o templo foi construído em apenas 18 anos, utilizando as ferramentas mais básicas como martelos e cinzéis. Se isso for verdade, significa que foram removidas 5 toneladas de rocha por dia, o que é impressionante mesmo para os padrões de hoje, com as tecnologias mais modernas.  O templo é considerado a maior obra de arte monolítica do...

Degelo nos Alpes revela cadáveres de soldados da Primeira Guerra Mundial

Um fenômeno curioso, causado pela mudança climática, pode ser observado em algumas das áreas mais frias do planeta: nos últimos anos, o degelo acelerado das calotas polares deixou corpos mumificados e objetos de diferentes momentos da história expostos. Entre os responsáveis por essas descobertas, está o guia de montanha Maurizio Vincenzi, morador de Peio, na Itália. Há um século, o pequeno vilarejo, localizado debaixo dos Alpes, foi um dos campos de batalha da Guerra Branca, na qual austríacos e italianos se enfrentaram temperaturas inferiores a 30 graus abaixo de zero. As expedições de Vincenzi lhe permitiram criar uma vasta coleção de objetos pertencentes a soldados que fizeram parte daquele duro confronto, ocultos debaixo do gelo por décadas. Metralhadoras, espadas, bombas, gorros e todo o tipo de artefatos curiosos fazem parte, agora, de um museu fundado pelo próprio Vincenzi na cidade de Peio. Em uma das ocasiões, o guia de montanha teve que se deparar com a descoberta a...

O que aconteceu com os cadáveres perdidos dos mortos do Titanic?

O Titanic afundou nas águas geladas do Atlântico Norte na madrugada de 15 de abril de 1912, deixando um saldo trágico de mais de 1.500 mortos. Uma semana após o naufrágio, o navio Mackay-Bennett chegou ao cenário do desastre com o objetivo de recuperar os restos dos falecidos. Mas só foram encontrados 333 corpos na área, e metade deles foi atirada novamente no mar (envoltos em uma lona com pesos de ferro), já que seu estado de decomposição avançado os havia deixado irreconhecíveis. O restante dos cadáveres foi enterrado na província de Nova Escócia, no Canadá. Estima-se que, dos quase 1.200 corpos perdidos, muitos ficaram flutuando na superfície e se desintegraram rapidamente em consequência do clima e da fauna. Outros teriam caído até o fundo do mar, onde as correntes e os animais carniceiros teriam acelerado o processo de decomposição. Em 1985, os restos do navio colossal foram descobertos a uma profundidade de quase 4 km da superfície marítima. Os que desceram até os destroços afi...

Encontrados os destroços do último navio negreiro dos Estados Unidos

Destroços do último navio negreiro dos Estados Unidos foram encontrados por arqueólogos no Alabama. Os restos da embarcação estavam no fundo do rio Mobile desde 1860. Apesar de a importação de pessoas escravizadas ter sido proibida em 1808, o comércio humano continuou a ser realizado de forma ilegal por muitos anos no país. O navio, chamado de Clotilda, trazia da África 150 pessoas que seriam vendidas como escravas. A embarcação foi queimada pelo capitão William Foster com a intenção de esconder a evidência do crime de tráfico. Historiadores procuraram os restos do barco por 150 anos. De acordo com os pesquisadores, a viagem do Clotilda foi resultado de um desafio. O fazendeiro Timothy Meaher teria apostado que conseguiria trazer um carregamento de pessoas escravizadas sem ser flagrado pelas autoridades. A embarcação deixou o rio Mobile e aportou em Ouidah, em Benin, 10 semanas depois. Foster teria recrutado outros fazendeiros para desembolsar a quantia de nove mil dólares p...

Após dois mil anos, arqueólogos descobrem a “Sala da Esfinge” de Nero

Arqueólogos descobriram a “Sala da Esfinge” de Nero, considerada um tesouro mundial, no Parque Arqueológico do Coliseu, em Roma, Itália, um dos sítios arqueológicos mais importantes do mundo. Pela primeira vez em dois mil anos uma equipe entrou no local, situado na “Domus Aurea” (Casa Dourada), onde ficava o palácio do imperador romano. Essa edificação foi erguida após  o incêndio que o próprio Nero teria iniciado na cidade, no ano 64 d.C. Os pesquisadores conseguiram acessar apenas a parte alta do local, já que a inferior está enterrada por sedimentos. Dentro do recinto foram encontradas diversas pinturas nas paredes. São gravuras vermelhas sobre um fundo branco e figuras mitológicas de cores intensas. Segundo os arqueólogos, uma dessas figuras representa um guerreiro armado com espada e escudo. Outras ilustrações retratam panteras, centauros e uma esfinge, que batiza a sala. Os especialistas indicaram que os desenhos correspondem à decoração tradicional do...

Tumbas de membros da elite egípcia são descobertas à sombra das pirâmides

O Ministério de Antiguidades do Egito apresentou ao mundo uma descoberta impressionante. Trata-se das tumbas de duas “novas” personalidades milenares: Behnui-Ka e Nwi Who, figuras importantes da V Dinastia (2500-2350 a. C.). Os dois estavam sepultados a poucos quilômetros de distância das pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos. Behnui-Ka era sacerdote de Maat ( deusa da justiça e da verdade na mitologia egípcia) e responsável pela "purificação dos reis". Já Nwi Who era descrito como "chefe do grande estado" e "supervisor de novos assentamentos". Acredita-se que os dois estavam enterrados ali há cerca de 4.500 anos. As tumbas, que estavam sob as dunas, puderam ser acessadas por meio de portas de calcário e corredores estreitos decorados com hieróglifos. Ali estavam conservados os sarcófagos de madeira em perfeitas condições, bem pintados e decorados. Além disso, foram encontrados diversos artefatos. Entre eles, estátuas de calcário representando...